14 de abr. de 2026 - Por Judson Araújo
Foto: Victor Moriyama for The New York Times
Um novo acordo firmado entre o Brasil e os Estados Unidos no combate ao crime organizado acendeu um alerta internacional: facções como o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho podem passar a ser tratadas como organizações terroristas no exterior.
A parceria, anunciada pelo governo federal por meio da Receita Federal, prevê cooperação direta com a U.S. Customs and Border Protection para intensificar o combate ao tráfico internacional de armas e drogas. O intercâmbio de dados em tempo real é considerado o principal trunfo da iniciativa.
Especialistas apontam que a medida pode fortalecer a visão dos Estados Unidos sobre a atuação global dessas facções. Para analistas, o foco não está apenas na violência dentro do Brasil, mas na capacidade de atuação transnacional, envolvendo lavagem de dinheiro, logística internacional e conexões com outros crimes.
O acordo também reforça um movimento já em discussão em Washington, onde há pressão para classificar organizações criminosas estrangeiras como grupos terroristas. Com mais informações compartilhadas, cresce a possibilidade de formação de um dossiê robusto contra essas facções.
Apesar disso, a iniciativa levanta um dilema: ao mesmo tempo em que o Brasil rejeita oficialmente essa classificação, a ampliação da cooperação pode fornecer elementos que sustentem essa narrativa no cenário internacional.
Fonte: Blog do BG
Carregando comentários...

15 de set. de 2026

15 de set. de 2026
![[VÍDEO] Fux e Mendonça criticam atuação da Polícia Federal: “PF paralela” com monitoramento de ministros, em resposta a Gilmar Mendes](/_next/image?url=https%3A%2F%2Fassets.blogdobg.com.br%2Fuploads%2F2021%2F04%2FModelo-2.png&w=3840&q=75)
15 de set. de 2026

15 de set. de 2026