22 de jan. de 2016 - Por bruno

Foto: Divulgação
O Estado de S.Paulo
O advogado Bruno Catsiamakis Queiroga admitiu à Procuradoria-Geral da República que assinou como testemunha o contrato entre empresas apontadas pelas investigações da Operação Lava Jato como responsáveis por irrigar uma das contas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Suíça.
Queiroga é amigo e já foi sócio de Felipe Diniz, filho do ex-deputado Fernando Diniz (PMDB-MG), morto em 2009, e apontado como responsável por indicar depósito na conta do peemedebista.
Em seu segundo depoimento, prestado em 2 de dezembro de 2015, em Brasília, Queiroga admitiu ter assinado como testemunha um contrato entre as empresas Lusitânia e Acona, em 2010. A Lusitânia pertence a Idalécio de Oliveira, empresário português apontado pelos investigadores como origem da propina repassada a Eduardo Cunha. Já a Acona é de João Augusto Rezende Henriques, tido pela força-tarefa da Lava Jato como lobista do PMDB.
Fonte: Blog do BG
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