31 de jul. de 2023 - Por Rodrigo Freire
Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados
A Advocacia-Geral da União pediu, nesta segunda-feira (31/7), que o depoimento do ex-diretor adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Saulo Moura da Cunha à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os atos antidemocráticos de 8 de janeiro seja restrito a parlamentares e assessores.
O governo federal argumenta que Cunha integrava um órgão de inteligência, que cuida de informações sensíveis. Os advogados representam o servidor público no caso.
Fonte: Blog do BG
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