02 de fev. de 2018 - Por Rodrigo Matoso
A depender do lugar onde se mora e da praticidade de acesso, as pessoas tendem a recorrer a variadas fontes de água para ingestão. No entanto, é bom ficar alerta para as características de cada tipo de água e as particularidades que exigem para consumo.
A água mineral, por exemplo, é produzida e enriquecida de sais minerais como magnésio, cálcio e potássio pela própria natureza. Além disso, possui baixo teor de sódio e o pH ideal para o bom funcionamento do organismo. É captada do subsolo, de fontes autorizadas. Os sais e outras substâncias presentes nas águas minerais contribuem positivamente para a saúde com nutrientes indispensáveis à vida humana.
Engana-se quem pensa que água mineral e água de torneira são a mesma coisa. Os sais minerais da primeira não são os mesmos encontrados na segunda. A água de torneira é proveniente de fontes de água doce, como rios, represas e lagos, e passa por um tratamento com produtos químicos, que a torna potável. O processo é realizado com cloro, que é ácido, e cabe aos filtros reduzir a quantidade do elemento e aproximar o pH da água do neutro.
Já a água de poço artesiano, apesar de ser cristalina e sem odor, não necessariamente possui qualidade. O poço artesiano tem grande profundidade e a água infiltrada em rochas e sedimentos jorra do solo naturalmente, porque basta sua pressão para levá-la à superfície. Esse processo já equivale a uma filtragem natural, mas ainda assim consumir água proveniente de poços artesianos exige cuidados. Ferver, apenas, não exclui a possibilidade de contaminação. Nesse caso, a água deve ser filtrada e para cada litro é preciso adicionar duas gotas de hipoclorito de sódio.
Fonte: Blog do BG
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