13 de set. de 2016 - Por bruno

Foto: Divulgação
Por Mônica Bergamo
O depoimento, nesta terça-feira (13), de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, ao juiz Sergio Moro é aguardado com expectativa nos meios jurídicos: na primeira convocação, ele ficou em silêncio. Agora, deve falar o que sabe sobre a acusação de que deu propina para o ex-senador Gim Argello evitar que empreiteiros fossem investigados numa CPI.
AÇÃO!
É esperado que Moro não apenas ouça como também faça perguntas adicionais, sinalizando que tem disposição de ouvir o que Pinheiro tem a dizer sobre essa e várias outras denúncias que são investigadas na Operação Lava Jato.
NO AR
Há o entendimento de que Moro, ao prender Léo Pinheiro pela segunda vez, criou uma situação que deixaria evidente que uma delação do executivo não pode ser jogada no lixo. O executivo já se revelou disposto a entregar esquemas não apenas do PT e do PMDB como também do PSDB.
NA TERRA
A negociação da delação premiada de Pinheiro, no entanto, foi interrompidapelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, sob o argumento de que seus termos vazaram para a imprensa. A decisão foi polêmica, já que praticamente todas as outras delações também vazaram sem que Janot tivesse, na maioria dos casos, qualquer reação.
Fonte: Blog do BG
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