19 de nov. de 2014 - Por bruno
A avaliação de assessores diretos de Dilma Rousseff é que a presidente deveria contra-atacar já, não pode ficar na defensiva no caso da Operação Lava-Jato.
E o que é partir para o ataque quando escândalos de corrupção surgidos no seu governo e no de Lula pipocam a todo o momento?
A reação se daria em duas frentes.
A primeira é Dilma partir para declarações públicas, na linha da entrevista dada no fim de semana passado na Austrália, quando que o país vai mudar para sempre depois que a Lava-Jato chegar ao fim. E repisar o velho discurso de campanha de que é o seu governo que está desbaratando a corrupção.
Mas não é só isso.
Estuda-se também no Planalto reações mais diretas e objetivas. Por exemplo, a demissão imediata de José Carlos Consenza, sucessor de Paulo Roberto Costa na diretoria de Abastecimento da Petrobras e, nas relações com empreiteiros. Consenza foi citado por executivos de empreiteiras como continuador do esquema de Paulo Roberto.
Política não se faz sem vítimas. Cozenza pode ser a primeira.
Por Lauro Jardim
Fonte: Blog do BG
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