12 de jan. de 2022 - Por Ângelo Boanerge

Foto Ilustrativa: André Silva
A Associação dos Quiosqueiros da Praia de Ponta Negra entrou em contato com o Blog do BG para informar que não procede a denúncia de cobrança abusiva sobre turista de R$ 160 feita por quiosqueiro ou barraqueiro. Um vendedor clandestino foi responsável pelo valor. A Associação ainda diz que falta fiscalização da Prefeitura do Natal no local.
Segundo a nota de esclarecimento, o fato ainda envolveu um ponto de locação clandestino, que somente existe em razão da inexistente e precária fiscalização que deveria ser exercida pelo Município de Natal.
A Associação também ressaltou em nota quais são as categorias de trabalhadores que sobrevivem da praia:
1) QUIOSQUEIROS: que são os ANTIGOS BARRAQUEIROS da Praia de Ponta Negra. Antes da urbanização da orla da Praia de Ponta Negra ocorrida no final da década de 1990, existiam as antigas e históricas barracas. Possuem autorização de uso de 27 equipamentos públicos (quiosques) expedidas nos anos de 2003, 2005 e 2014, pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos de Natal – SEMSUR.
2) LOCADORES DE EQUIPAMENTOS DE PRAIA. Categoria de trabalhadores criadas após a urbanização da Praia de Ponta Negra, no início da década de 2000. A maioria dos locadores são ex garçons das antigas barracas. Ao todo foram expedidas 54 autorizações precárias pela SEMSUR.
3) TRABALHADORES AMBULANTES: a grande dificuldade de ordenamento da praia ocorre devido a ausência de organização por parte do Município, dos trabalhadores ambulantes. Não possuem autorização expedida pela Prefeitura de Natal. Na alta estação o número de trabalhadores ambulantes se multiplica sem qualquer controle ou fiscalização.
Além disso, destacam que os quiosqueiros de Ponta Negra tentam a habilitação com a Prefeitura de Natal há quase três anos.
Fonte: Blog do BG
Carregando comentários...

06 de ago. de 2026

06 de ago. de 2026

06 de ago. de 2026

06 de ago. de 2026