16 de fev. de 2013 - Por bruno

Foto: Divulgação
Roupas fabricadas no interior de São Paulo por um grupo de bolivianos submetidos a trabalho em condições análogas à da escravidão ganhavam etiqueta de marca e depois eram distribuídas e vendidas numa das principais rede de varejo do país.
A oficina de fundo de quintal funcionava na cidade de Americana (127 km de São Paulo). Nela, ao menos oito imigrantes produziam peças com a etiqueta “Basic +”, sob encomenda da empresa HippyChick.
A marca era vendida nas Lojas Americanas – segundo a fiscalização, não ficou comprovada conivência da rede de varejo com a produção terceirizada das roupas.
Fonte: Blog do BG
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