27 de nov. de 2020 - Por rodrigomatoso

Foto: Divulgação
Olá, pessoal, estive dedicado ao marketing politico e tive que me ausentar deste nosso encontro semanal. Pensava em vocês mas a corrida eleitoral é muito intensa. 1000 dias em 50. Devo confessar que senti mais falta mesmo foi de chatear os haters — é uma terapia — Vocês não imaginam como me divirto com eles.
Quando escrevo algo fico saboreando previamente eles rosnando, grunhindo nos comentários. É verdade. Este é um texto sádico — um sadismo juvenil, sem deixar de ser doloso, que se contenta em provocar haters como quem aperreia um gatinho afastando repetidas vezes sua bolinha de lã. A bolinha são suas crenças.
Em verdade vos falo, muita coisa aconteceu nesses últimos dias e muitas outras deixaram de acontecer. Vimos o Trump perder as eleições e a compostura com essa resenha fake de eleições fraudadas… lá vai a bolinha…
Vimos nosso Trump, o Bolsonaro, ameaçar os EUA com pólvora depois que acabasse a saliva — Não há o que temer pois ela jamais acabará — e se acabasse, a pólvora seria mais inofensiva. Uma frase dessas, dita pelo presidente, fuzila o bom senso e mata todos de vergonha.
E para os haters da esquerda, não podíamos esquecer, vimos o Lula não passar o bastão e se tornar uma estrela cadente… lá vem a bolinha…
O mundo está cada vez mais complicado. Diferente da gripe espanhola, que ocorreu no pós-guerra, hoje, com a guerra política, o coronavirus está inseguro, cheio de dúvidas, vivendo nessa era de indefinições. Inicia ou não a segunda onda? Deve se entregar para a vacina inglesa ou chinesa? Permanece contaminando somente nas escolas, praias e eventos mas segue preservando os ônibus e supermercados?
Falando em supermercado, tivemos o caso do negro que apanhou até morrer porque o Carrefour não tem um taser — aquela arma não letal que dá uma descarga elétrica e paralisa o oponente. O Carrefour poderia aproveitar o Black Friday para comprar um nas Americanas por R$ 66,40. É só hoje!!
Ainda sobre a Black Friday, li uma matéria que mostrava a preocupação dos lojistas americanos com o fim da promoção pelo simples fato de o Waltmart começar as ofertas na noite anterior — a quinta-feira cinza. Ora, ora, se os varejistas dos EUA soubessem que no Brasil tem até o Black Friday com o mês inteiro de promoções. Não é a toa que os resultados de alguns empresários brasileiros tem receitas de White Friday.
O eleitor e o consumidor são a mesma pessoa. Eles sabem detectar quando é só uma forma inofensiva de gastar saliva.
Por hoje é só, pessoal. A bolinha só devolvo no próximo artigo.
Marcus Aragão
Publicitário
@aragao01
Fonte: Blog do BG
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