11 de set. de 2025 - Por Rodrigo Freire
Foto: reprodução/google street view
A Cooperativa Médica do Rio Grande do Norte (COOPMED/RN), responsável por gerir contratos milionários de serviços de saúde, parece estar dando aulas de “como gastar sem precisar dar satisfação”. Entre 2022 e 2024, a cooperativa desembolsou R$ 5,5 milhões em honorários advocatícios.
O campeão de gastos é a rubrica “Honorário Recuperação Tributo”, que consumiu R$ 1,2 milhão por ano, somando R$ 3,6 milhões em três anos, sem qualquer prestação de contas ou detalhamento de resultados. Na COOPMED, o dinheiro simplesmente é gasto e os cooperados ficam sem informação.
Outras rubricas mostram que o esbanjamento não tem limites: assessoria contratual custou R$ 901 mil, assessoria tributária R$ 252 mil, assessoria LGPD R$ 223 mil e defesa médica R$ 321 mil.
Tudo isso enquanto a cooperativa encara um risco tributário que pode chegar a R$ 468 milhões.
Enquanto os cooperados arcam com passivos gigantescos, financiamentos caros e sedes administrativas que devoram recursos, a diretoria segue tranquila, recebendo cerca de R$ 1,5 milhão por ano.
Na COOPMED, a conta pesada continua sendo bancada pelos cooperados.
Fonte: Blog do BG
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