24 de dez. de 2015 - Por bruno
O que se sabe sobre 2016? Apenas que começa daqui a oito dias e que será um ano bissexto. O que fazer ao longo de seus 366 dias, cabe a cada um decidir. Para ajudar nessa tarefa tão pessoal, o Boa Viagem criou um calendário, espalhando, de janeiro a dezembro, sugestões de viagem para cada mês do ano. Para isso, consideramos ciclos da natureza, datas de eventos ou boas opções para a baixa temporada.
Não é, claro, uma programação imutável. A temporada da lavanda na Provence, por exemplo, começa em junho mas avança julho adentro. Assim como a de avistamento de baleias no Sul da Bahia, que dura quatro meses no segundo semestre. Tradicionalmente, porque a natureza não anda muito respeitadora de calendários e esses marcadores naturais sempre podem surpreender.
Comuns nesta época do ano, listas elaboradas por publicações especializadas também ajudam no planejamento de futuras viagens, apontando destinos em alta pelo mundo. Baseada em buscas feitas por brasileiros entre 2011 e o final de 2015, o site Skyscanner, por exemplo, elencou 12 destinos que estão na mira dos viajantes brasileiros. A lista tem desde lugares sempre populares entre os brasileiros (Bonito, Chile, Fernando de Noronha, República Dominicana, Rio, litoral sul da Bahia e Florianópolis) a opções que vêm ganhando espaço nos planos de viagem (Cuba, Bangcoc e Nova Zelândia) e outros bem menos convencionais (Malta).
A Polônia faz parte da lista do Skyscanner e também das relações de melhores destinos para 2016 da revista “National Geographic Traveler” e do guia Lonely Planet. Fora da Zona do Euro, o país é visto como uma opção mais em conta que vizinhos da Europa Central. E o fato de abrigar Wroclaw, uma das duas capitais europeias da cultura em 2016 — a outra é San Sebastián, na Espanha — faz seu custo-benefício valer ainda mais.
As listas também apontam para destinos menos óbvios. Botswana é “o” país a ser visitado no próximo ano, segundo o Lonely Planet. Na lista dos “top 50” da “Travel + Leisure”, Bocas del Toro, no Panamá, ficou em primeiro. Inscrita entre os patrimônios da humanidade da Unesco em 2015, a Côte-d’Or, na Borgonha, é a principal entre as 20 apostas da “National Geographic Traveler”. Em segundo lugar neste ranking, vem o Rio Grande do Norte. Já dá para imaginar que boas viagens não faltarão em 2016.
Confira aqui
O Globo
Fonte: Blog do BG
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