26 de out. de 2014 - Por bruno

Foto: Divulgação
O Brasil desenhado nesta campanha pela presidente Dilma Rousseff é de mais investimentos nos programas sociais já existentes no governo. Todas as promessas feitas pela presidente estabeleceram novas metas de ampliação para marcas antigas da gestão petista.
Neste contexto, Dilma prometeu ampliar o Bolsa Família, programa de distribuição de renda que se tornou a maior marca deixada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em seu segundo mandato, o programa tem como meta erradicar a miséria no País.
Dilma, entretanto, encerra este segundo turno sem ter criado um novo símbolo sequer. O desejo de mudança captado em pesquisas qualitativas antes da campanha e explorado por todas as candidaturas presidenciais, no caso da campanha petista, ficou restrito aos slogans criados pelo publicitário João Santana e a frases de efeito ditas pela presidente nos palanques, na TV e no rádio.
No primeiro turno, seu programa de governo levou o título de “Mais Mudanças, Mais Futuro”. No segundo turno, a campanha inaugurou o slogan “Novo Governo, Novas Ideias”. Um sinal das mudanças foi dado quando Dilma confirmou que o atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, não conduzirá a economia em seu eventual segundo mandato.
Para tentar superar a contradição entre a continuidade e a mudança, Dilma passou a repetir em muitas de suas falas a ideia de que “só quem mudou até agora tem condições de continuar mudando”, ideia reformulada em seu último programa de TV no qual ela enfatizou: “Não vamos partir do zero, vamos partir de um Brasil mais forte”, disse a presidente.
IG
Fonte: Blog do BG
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