03 de dez. de 2016 - Por bruno

A inesperada decisão de Nico Rosberg deixar a F1, anunciada nesta sexta-feira, cinco dias apenas depois de conquistar o tão sonhado título mundial, introduziu um elemento novo na definição das vagas de pilotos que ainda restam para a temporada programada para começar dia 26 de março na Austrália.
E que novidade: possivelmente um dos melhores carros da competição, em 2017, senão o mais veloz, equilibrado e confiável, o da Mercedes, desejo de todo piloto, está disponível.
Junto dele vem uma conta não fácil de ser paga por todos esses profissionais, mesmo os mais experientes, a necessidade de confrontar seu trabalho com um dos mais notáveis pilotos da F1, Lewis Hamilton, com números que o colocam dentre os grandes da história, como suas 53 vitórias, 104 pódios, 61 pole positions, além de três títulos mundiais, em apenas 188 GPs disputados.
Mas mesmo com esse imenso desafio pela frente, todos que forem convidados, sem exceção, ou aceitarão de imediato o convite ou, se já tiverem compromisso com alguma equipe, questionarão a possibilidade de deixá-la a fim de competir pela Mercedes. Motivo: quase a garantia de, em 2017, dispor da chance de lutar por vitórias e provavelmente o título.
É por essa razão que todos os pilotos que disputaram o GP de Abu Dhabi, domingo, último do campeonato, onde Rosberg igualou o feito de seu pai, Keke, em 1982, ao se tornar campeão, andam com o celular do lado o tempo todo. O que mais gostariam, seja quem for, mesmo tendo contrato de ferro com seus times? Receber uma ligação de Toto Wolff, sócio e diretor da escuderia Mercedes.
E para quem, realisticamente, Wolff poderia telefonar, para ao menos conhecer a possibilidade de competir pela Mercedes? E quais seriam os desdobramentos da definição do companheiro de Hamilton na formação de pilotos já existente das equipes e das que estão em curso?
Fonte: Blog do BG
Carregando comentários...

08 de ago. de 2026

08 de ago. de 2026

08 de ago. de 2026

08 de ago. de 2026