18 de jul. de 2013 - Por bruno

Foto: Divulgação
Em dias normais, a Fundação José Augusto está à beira do naufrágio. Em crises, está sepultada, restando apenas a pá de cal.
É como está agora.
Sem infraestrutura e seriedade, um dos eventos que têm dado certo na gestão atual enfrenta uma sucessão de arremedos na programação.
O Agosto de Alegria está um agonia só.
Os funcionários reclamam e chegam a afirmar que a titular da pasta, Isaura Rosado quer fazer política cultural apenas com incentivos e ofertando infraestrutura. Aliás, infraestrutura essa que os fornecedores não veem a cor do dinheiro há tempos.
As pressões são para que não haja atrações de fora do Estado. Os artistas locais cobram que, enquanto os nacionais recebem antes de se apresentares, eles ficam à mingua, esperando meses por seus pagamentos.
Os sinais da crise interior estão extravasando. Desde segunda-feira, o jornalista e escritor Franklin Jorge procurava Isaura para lhe entregar a carta de demissão da Pinacoteca do Estado, mas não estava encontrando a dita cuja.
Hoje parece que teve sucesso. A carta ele também publicou em seu perfil no Facebook, onde comunica sua “demissão irrevogável”.
Fonte: Blog do BG
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