10 de jan. de 2026 - Por Judson Araújo
Foto: Hugo Barreto/Metrópoles
A definição dos novos comandos do Ministério da Justiça e do futuro Ministério da Segurança Pública se transformou em mais um foco de tensão no governo Lula. Embora existam vários nomes colocados à mesa, quase todos enfrentam resistências internas, seja por disputas entre alas do governo, seja por objeções diretas do próprio presidente.
A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Entre os cotados, o ex-ministro Tarso Genro chegou a ser apresentado a Lula, mas não empolgou o petista, segundo interlocutores do Planalto. Já o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, é homem de confiança do presidente e conta com sua simpatia, mas encontra forte resistência dentro da Casa Civil, comandada por Rui Costa.
Outro nome que gera divisão é o do atual ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius Marques de Carvalho, citado como possível substituto de Ricardo Lewandowski na Justiça. Apesar da proximidade com o governo, ele não agrada à ala jurídica do Planalto, que vê sua indicação com ressalvas.
Para o futuro Ministério da Segurança Pública, a disputa é ainda mais acirrada. O Conselho de Secretários Estaduais da área tenta emplacar Chico Lucas, secretário no Piauí, enquanto Rui Costa defende Wellington César, ex-secretário de Assuntos Jurídicos da Presidência. O impasse mantém Lula pressionado e sem consenso à vista.
Com informações do Metrópoles
Fonte: Blog do BG
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