18 de jul. de 2017 - Por bruno

Foto: Divulgação
O doleiro Adir Assad detalhou em suas tratativas para fechar delação premiada como funcionava o esquema internacional de caixa dois de empresas que patrocinavam pilotos no exterior.
As empresas assinavam contrato de patrocínio maior do que a quantia que realmente era destinada às equipes de corredores. A sobra era enviada para contas que elas indicavam fora do país.
As companhias já tinham contas no Bradesco. E transferiam o dinheiro para a agência do banco na avenida Brasil, nos Jardins, em São Paulo. De lá os recursos eram mandados para o exterior.
Os pilotos Nelsinho Piquet e Helio Castro Neves são citados entre os que receberam patrocínios. Eles afirmam que nunca ouviram falar em Adir Assad. Pessoas familiarizadas com a delação acreditam ser possível que eles de fato não soubessem do esquema.
O Bradesco diz que “não comenta assuntos que estejam sob investigação policial ou pelo Ministério Público e reafirma seus compromissos éticos e de compliance, bem como o atendimento às regulações às quais está sujeito”.
MÔNICA BERGAMO
Fonte: Blog do BG
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