23 de out. de 2014 - Por bruno

Foto: Divulgação
Carla Jiménez, El País
A poucos dias da eleição ainda é incerto dizer quem estará no comando de Brasília, no ano que vem. Mas a única certeza que se tem até o momento é que 2015 tende a ser um ano amargo para o próximo presidente, diante da tarefa de estimular a economia e ao mesmo tempo, ajustar as contas públicas. Isso porque a atividade em marcha lenta não é ruim somente para o empresário do setor privado que vende menos, ou para o trabalhador que fica inseguro diante de um futuro nebuloso.
A economia na corda bamba é ruim para o próprio Governo que arrecada menos impostos, e portanto tem menos receita para bancar seus gastos. Diante da perspectiva de crescer entre 0,3% e 0,7% este ano, não é difícil concluir que a equipe de Dilma Rousseff está com o mesmo problema que a dona de casa brasileira para fechar as suas contas no final do mês.
Fonte: Blog do BG
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