26 de jun. de 2014 - Por bruno

Foto: Divulgação
Apesar de ser muito novo, apenas 40 anos, tenho empresa constituída desde os 14 anos, e precisei ser emancipado para “gerir” os negócios.
Nesses 20 e tantos anos como proprietário desta empresa, tive a sorte de ter tido apenas quatro querelas judiciais trabalhistas, e, confesso, em apenas uma, eu tive a consciência que, pela situação financeira do momento, não fui correto com o empregado. Já as outras três, carrego até hoje comigo, o sentimento que fui injustiçado. Bola pra frente!
Mas estou fazendo esse relato porque quando você chega para uma audiência trabalhistas no TRT, no meu caso, pelo menos, já chegava tenso, nervoso, com medo. Teve juiz que nem olhou para minha cara, em muitos casos um ambiente hostil onde em 90% deles, só quem ganha é o empregado, o empregador, aaahhhhh, o empregador, esse mesmo com razão, ainda sai perdendo. Estou mentindo, ou estou inventando?
A Justiça Trabalhista Brasileira, é muito cara, demasiadamente cara e muito “arrochada” para pequenos empresários como eu, e como muito de vocês que estão lendo esse post agora, ela é demasiadamente feroz com os empresários e empregadores, já com os empregados, principalmente aqueles sindicalizados que participam de sindicatos com forte apelo social, como é o caso do sindicato dos rodoviários, ela é um mãe.
Ou não? Nada que ela determina é cumprido, nunca tive notícia de nenhuma multa paga, e, ainda por cima, em muitos casos, depois das penas e multas impostas, a própria Justiça volta atrás para mediar acordos e perdões.
É Justiça do Trabalho……..
Você é muito boa em causa própria, já na causa dos outros…
Bruno Giovanni
Fonte: Blog do BG
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