29 de jun. de 2017 - Por bruno

Foto: Divulgação
NOTA
Na qualidade de Diretor Comercial da Empresa Atacarejo Eirelli , venho a público externar a minha insatisfação com os fatos divulgados em data de 27 de Junho de 2017, onde o nome da empresa e meu nome, Orlando Monteiro de Melo, foi objeto de divulgação de fatos que não correspondem à realidade., abalando seriamente tanto a minha pessoa como o nome da empresa Atacarejo.
Atuo na comercialização de alimentos na cidade do Natal há mais de 35 (trinta e cinco) anos e nunca nesse período ocorreu um fato que desabonasse minha conduta e o nome da empresa, tendo uma relação de confiança mútua com as indústrias locais e nacionais.
Para que não paire dúvidas, os fatos ocorreram da seguinte forma: Conheço a pessoa de Alcivan Mendes há algum tempo, o mesmo é proprietário da Rede de Postos de revenda de combustíveis na cidade do Natal e comercializa gêneros alimentícios. Pois bem, fui procurado pelo mesmo no mês de Junho do ano passado, onde ele me ofereceu uma certa quantidade de leite UHT.
Nas transações de aquisição de mercadoria, o valor do preço influi na realização do negócio, mesmo que a diferença seja pequena no que se está praticando naquele momento pelo mercado. Pois bem, o preço desse produto estava abaixo do preço de mercado na quantia correspondente a R$ 2.00 (dois reais), fato esse que não levantou qualquer suspeição de minha parte de que se tratasse de mercadoria roubada e não levantaria de nenhum outro comerciante. Assim, nesse mesmo momento, informei que tinha interesse na aquisição do produto, desde que a mercadoria fosse acompanhada da respectiva Nota Fiscal, tendo sido afirmado pelo Senhor Alcivan que seria acompanhada da Nota Fiscal.
O negócio foi entabulado e a mercadoria foi entregue no meu estabelecimento. Posteriormente, qual não é a minha surpresa com a chegada da Polícia na minha empresa informando que a mercadoria tinha origem ilícita e que seria apreendida. De pronto me coloquei a disposição da autoridade policial e informei tudo que tinha ocorrido.
Outra surpresa foi à informação me repassada na Delegacia de que a empresa emitente da Nota Fiscal pertencia a uma pessoa da minha família, e essa pessoa já tinha sido ouvida, tendo declarado a autoridade que eu não tinha conhecimento nenhum que essa empresa era de sua propriedade.
Assim, não faço parte de nenhuma quadrilha, trabalho de forma honesta há mais de 30 (trinta) anos com a atividade de Distribuição de Alimentos, e fui vítima dessa fraude de forma moral e financeira.
Durante toda a minha vida empresarial, nunca adquiri mercadoria oriunda de crime, nunca respondi a nenhuma ação penal, sempre zelei pelo meu nome e de minha empresa, como todos que me conhecem são sabedores.
São esses os esclarecimentos que tenho a apresentar, vou exercer o meu direito constitucional de defesa e provarei que não pratiquei nenhuma conduta ilícita, e não poderia ficar omisso para que não pairasse nenhuma dúvida sobre o meu nome e o nome da Atacarejo Distribuidora.
Atenciosamente
Orlando Monteiro de Melo
Atacarejo Distribuidora Eirelli
DO BLOG: A acusação contra o empresário Orlando Monteiro foi feita pela Polícia Civil do RN.
Fonte: Blog do BG
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