01 de dez. de 2011 - Por bruno

Foto: Divulgação
A Montana Construções Ltda, do empresário Gilmar de Carvalho Lopes, mais conhecido como “Gilmar da Montana”, preso durante a operação Sinal Fechado, acusado de participar do esquema de fraudes no Detran, tinha participação nos lucros do consórcio Inspar.
No esquema, a construtora entregaria todos os 11 postos de inspeção veicular até o final de 2011 e, em contrapartida, recebia 1% do faturamento do aluguel dos prédios de volta da Inspar, cujo presidente é/era o advogado George Olímpio. Uma espécie de comissão ou “sócio oculto”.
Em defesa apresentada ao Novo Jornal, a construtora comparou os contratos firmados ente a Montana e a Inspar com os que são feitos por shopping centers e supermercados, que têm lojas dentro. Mesmo assim, o Ministério Público garante que tem provas de que Gilmar da Montana fazia parte do esquema de pagamento de propinas e de promessas de vantagens ilícitas a agentes públicos.
Ontem, inclusive, a Justiça negou o segundo pedido de habeas corpus para o empresário.
Fonte: Blog do BG
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