25 de set. de 2011 - Por bruno

Foto: Divulgação
Conforme já havíamos antecipado neste blog, o Caldeirão do Huck não vem mesmo para Natal por causa de um aborto da natureza – é só como podemos chamar a deficiência de comunicação entre Prefeitura do Natal e Governo do Estado.
A jornalista Eliana Lima também trata do assunto hoje em sua coluna no jornal Tribuna do Norte. É sempre bom reiterarmos porque perdemos o Caldeirão.
A Prefeitura anunciou com pompas a chegada do Huck, mas esqueceu o básico que era ver quanto ia custar o brinquedo.
Faltando poucos dias enviaram para o governo as demandas necessárias, a conta passou de R$ 1 milhão. Depois do choro, baixou para R$ 600 mil. A prefeita só liberava R$ 200 mil. E jogaram R$ 400 mil no colo do Governo do Estado, que se negou a pagar porque não foi envolvido na negociação preliminarmente.
Fica a indagação: se a Prefeitura do Natal faz chororô dizendo que não tem dinheiro, por que não alertaram o Governo do Estado antes?
E o Governo do Estado diz que não tem dinheiro… até onde sabemos acaba de investir R$ 2 milhões em publicidade turística. Louvável!
Poderiam empreender esforços para conseguirem R$ 400 mil.
É comprovado que para cada R$ 1,00 investido em turismo, o retorno é de R$ 2,00.
Resumo: perdemos a Musa do Brasileirão, que seria escolhida aqui, e publicidade garantida.
E ninguém diga que não pegaram recursos extraordinariamente porque precisam investir em saúde, educação etc.
Esse papo não cola.
O Governo do Ceará levou a gravação investindo R$ 2 milhões sem choro e nem vela
Fonte: Blog do BG
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