“A eficiente atuação da Polícia Federal desarticulou o grupo criminoso investigado e reduziu a percepção de risco para a ordem pública. No tocante à investigação criminal, foram concluídas as medidas cautelares de busca e apreensão pessoal deferidas nos autos, garantindo-se a preservação do conteúdo de documentos e dispositivos relevantes para as investigações”, disse a PGR.
“Os depoimentos dos principais alvos foram colhidos e a investigação encontra-se em via de conclusão, o que reduz a possibilidade de interferências indevidas na persecução penal”, acrescenta.
No fim, a Procuradoria informa, em referência à situação de Marcelo Câmara, que a “ordem pública e a investigação criminal poderão ser resguardadas por medidas menos gravosas do que a prisão” e sugere a imposição de medidas cautelares.
Com a decisão, Câmara foi solto, mediante o uso de tornozeleira eletrônica, entrega do passaporte e proibição de utilização das redes sociais. Ele estava preso desde 8 de fevereiro, quando foi alvo na Operação Tempus Veritatis, que mira o grupo que teria participado da suposta tentativa de golpe.
CNN Brasil