15 de nov. de 2023 - Por Rodrigo Freire
Foto: Timothy Clary / AFP
Depois da aprovação da primeira resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre o conflito em Gaza, o governo de Israel fez duras críticas ao texto, que defende a libertação imediata de todos os reféns em poder do Hamas e a adoção de pausas humanitárias e medidas para a proteção de civis no território palestino.
Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores diz rejeitar o texto, apresentado por Malta que teve 12 votos a favor e três abstenções. Segundo o comunicado, não há lugar para tais medidas neste momento, uma vez que os reféns ainda estão sendo mantidos em poder do Hamas.
No X , o antigo Twitter, o embaixador de Israel na ONU, Gilad Erdan, afirmou que a resolução é “desconectada da realidade, e que não tem qualquer sentido.
“Não importa o que decidir o Conselho [de Segurança], Israel continuará agindo de acordo com as leis internacionais, enquanto os terroristas do Hamas não podem sequer ler a resolução, quanto mais cumprir o que ela diz. Infelizmente o Conselho continua a ignorar, não condenar ou sequer mencionar o massacre que o Hamas realizou no dia 7 de outubro”, diz o embaixador. “A estratégia do Hamas é deteriorar, de forma deliberada, a situação humanitária em Gaza e aumentar o número de palestinos mortos para motivar a ONU e o Conselho de Segurança para que parem Israel. Isso não vá acontecer, Israel continuará a agir até que o Hamas seja destruído e os reféns retornem para casa.”
O Globo
Fonte: Blog do BG
Carregando comentários...

31 de jul. de 2026

31 de jul. de 2026

31 de jul. de 2026

31 de jul. de 2026