01 de fev. de 2022 - Por Gabi Fernandes
Foto: Divulgação
Recentemente, as farmacêuticas Merck Sharp & Dohme (MSD) e Pfizer lançaram medicações para o combate à covid-19. Ao contrário da ivermectina e da hidroxicloroquina, não houve resistência na mídia tradicional para a divulgação desses medicamentos. Até o momento, duas agências de saúde estrangeiras deram aval para os novos produtos e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou que planeja fabricar ao menos um deles.
De acordo com a biomédica Rute Alves Pereira e Costa, mestre em fisiopatologia médica e doutora em ciências pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), curiosamente, há mais estudos sobre o uso da ivermectina e da hidroxicloroquina para tratar a covid-19 que das novas patentes da Pfizer e da MSD. O Paxlovid, da Pfizer, e a ivermectina agem da mesma forma: bloqueiam uma proteína viral. Já o Molnupiravir, desenvolvido pela MSD, atua causando mutações na proteína que o coronavírus usa para se replicar.
Revista Oeste
Fonte: Blog do BG
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