01 de dez. de 2014 - Por bruno

Foto: Divulgação
Estadão
Nunca tantas montadoras recorreram aos lay-offs (suspensão temporária de contratos de trabalho), a férias coletivas, semanas curtas de trabalho e programas de demissão voluntária num único ano. Em 2014, esses expedientes foram adotados em quase todos os meses, numa espécie de rodízio entre a maioria das empresas para driblar a ociosidade das fábricas, que supera os 20%.
O cenário culmina com um fim de ano de férias coletivas mais longas do que em anos anteriores em várias empresas. Fabricantes como Ford, General Motors, Mercedes-Benz e Volvo darão folgas de quatro a cinco semanas, quando o tradicional são duas a três semanas
Fonte: Blog do BG
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