17 de ago. de 2026 - Por Wagner

Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja atendido por uma dentista, mas determinou que a consulta odontológica ocorra no Centro Médico da Polícia Militar do Distrito Federal.
No pedido, a defesa de Bolsonaro indicou a preferência para que Fernanda Bolsonaro, esposa de Flávio Bolsonaro, atendesse o sogro.
Moraes, porém, determinou que o atendimento ocorra no batalhão por “motivos de segurança”.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja atendido por uma dentista, mas determinou que a consulta odontológica ocorra no Centro Médico da Polícia Militar do Distrito Federal.
No pedido, a defesa de Bolsonaro indicou a preferência para que Fernanda Bolsonaro, esposa de Flávio Bolsonaro, atendesse o sogro.
Moraes, porém, determinou que o atendimento ocorra no batalhão por “motivos de segurança”.
A data e o horário da consulta serão estabelecidos pelo subdiretor do Núcleo de Custódia da PM-DF em conjunto com a defesa.
O ministro apontou ainda que, conforme o requerimento da defesa do ex-chefe do Executivo, “não existe situação de urgência” no atendimento. O pedido foi feito no dia 14 para que a consulta ocorresse uma semana depois, no dia 21.
No requerimento enviado ao STF, os advogados pediam autorização para que o ex-presidente saia de sua residência exclusivamente para o atendimento, pelo tempo necessário ao trajeto, à consulta e ao retorno. Segundo a petição, a solicitação prevê que sejam “observadas as medidas de fiscalização pertinentes” durante toda a saída.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, fixada por sua condenação, e está em prisão domiciliar humanitária desde 24 de março deste ano.
A medida foi concedida por Moraes com prazo inicial de 90 dias, para que o ex-presidente se recuperasse de uma broncopneumonia.
No mês passado, Moraes considerou que o ex-presidente descumpriu as condições da domiciliar depois que Flávio divulgou uma carta na qual o pai o apontava como porta-voz e reafirmava apoio à sua candidatura.
Em resposta, o ministro impediu o senador de visitar o pai pelo período de 90 dias.
Moraes também determinou que Bolsonaro não poderá receber visitas com objetivo “político-eleitoral” até o fim das eleições de 2026. Além disso, suspendeu por 30 dias as visitas em geral, mantendo apenas o acesso de equipe médica, fisioterapeutas e advogados.
Com informações de O Antagonista
Fonte: Blog do BG
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