24 de mai. de 2013 - Por bruno
O Ministério Público Estadual deverá deliberar a respeito da abertura de um inquérito civil para apurar denúncia de improbidade contra o ex-vereador Edivan Martins.
Conforme a peça, publicada no Diário Oficial do Estado de ontem, Edivan teria utilizado sua função pública de vereador para influencia nas contratações e exonerações da Secretaria de Educação, da qual foi titular no início da gestão Micarla de Sousa. A denúncia foi feita por Lucineide Tomé da Silva, cujo filho, Maxwandell Sales, teria sido prejudicado.
Em depoimento ao MP, Maxwendell contou que prestou serviço de porteiro junto à Creche Bem-me-quer, nas Quintas, de junho de 2011 a fevereiro de 2012, através de indicação do então Vereador Edivan Martins, sendo que iniciou as atividades com vínculo direto com a Secretaria Municipal de Educação e depois foi contratado pela empresa Límpia Recursos Humanos Ltda., por intermédio da qual continuou exercendo a função de porteiro.
Ele informou ainda que, a despeito do tempo trabalhado, não recebeu todos os salários que lhe eram devidos. Por fim, disse que foi demitido em razão de sua mãe ter feito uma feijoada para Alexandre Navas, suposto desafeto de Edivan Martins.
Agora, o promotor Paulo Batista quer que o Conselho Superior do MP delibere a respeito de arquivamento da investigação. O promotor considera que os elementos contra Edivan Martins não são suficientes para justificar a continuidade do inquérito.