03 de mar. de 2016 - Por bruno

Foto: Divulgação
Preservativos, absorventes, embalagens pet, restos de comida. Estes são apenas alguns itens que chegam indevidamente à Estação de Tratamento de Esgotos do Baldo, junto com os efluentes para tratamento, diariamente. Resultado disso: nos últimos doze meses, a ETE contabilizou mais de 700 toneladas, com uma média de 60 toneladas por mês de lixo sólido e areia. Todo este material precisa ser retirado dos esgotos e enviado para aterros sanitários (por meio do processo de engradamento), para somente então iniciar o tratamento adequado dos efluentes. Isso significou um gasto de mais de R$ 120 mil no mesmo período, que poderia ser evitado se a rede de esgotos recebesse apenas o que é dimensionada para transportar.
Segundo Felipe Oliveira, engenheiro eletricista da Caern e um dos coordenadores da ETE, “Há ainda o lodo, que é naturalmente subproduto da degradação biológica, advindo do tratamento na Estação”, explica. No último ano foram 317 toneladas de lodo retiradas do processo de tratamento e que receberam uma destinação adequada.
Leia a matéria na íntegra aqui.
Fonte: Blog do BG
Carregando comentários...

07 de ago. de 2026

07 de ago. de 2026

07 de ago. de 2026

07 de ago. de 2026