06 de set. de 2015 - Por bruno

Foto: Divulgação
Por Lance
Talvez o Cruz-Maltino não tenha feito uma de suas piores exibições. Lutou, fez Victor trabalhar e criou chances. Mas, quando a fase não é boa e se enfrenta um time organizado e mortal como o do Atlético-MG, a tendência é perder. Foi o que aconteceu.
O time começou cheio de mudanças em relação a humilhante derrota para o Internacional. Defesa, meio e ataque vieram alterados para tentar surpreender o vice-líder. Com a bola, o Vasco atacava com Nenê procurando a dupla Jorge Henrique e Leandrão, que fez uma estreia interessante. Se movimentou bastante e deu opções de jogo. Sem a pelota, o Vasco formava duas linhas de quatro, com Jorge Henrique recompondo pela esquerda e Nenê se juntando a Leandrão na frente. Na primeira etapa, Victor fez duas defesas difíceis e o Vasco saiu derrotado de forma até injusta. O pênalti de Rodrigo comprometeu o time.
No segundo tempo, não faltou luta. Depois do pênalti sofrido por Bruno Ferreira e do gol de Nenê, o time acreditou e se jogou em cima do Atlético. Mas o cansaço pesou e o Vasco se desorganizou em campo, não conseguindo pressionar o Galo.
Apesar da evolução demonstrada pela equipe, a cada rodada sem pontuar a situação fica mais crítica. Os cálculos da diretoria e comissão técnica são de somar 30 pontos e escapar com 43. Para isso, o time precisaria vencer dois terços dos jogos que lhe resta. Isto para uma equipe que, em 23 rodadas, venceu três vezes. Dura realidade de um Vasco cada vez mais afundado na competição.
Fonte: Blog do BG
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