03 de nov. de 2021 - Por bruno

Em meio a temores no mercado financeiro de ingerência política na Petrobras, a companhia desmentiu nesta segunda-feira (11) a fala do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de que os preços dos combustíveis terão um novo reajuste nos próximos 20 dias. O último aumento para as distribuídoras foi anunciado no dia 25 de outubro passado. Algumas horas depois do pronunciamento, a companhia informou em Comunicado ao Mercado que “não antecipa decisões de reajuste e reforça que não há nenhuma decisão tomada por seu Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) que ainda não tenha sido anunciada ao mercado”.
A estatal afirmou ainda que “monitora continuamente os mercados, o que compreende, dentre outros procedimentos, a análise diária do comportamento de nossos preços relativamente às cotações internacionais”.
A petroleira brasileira enviou o comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e nele esclarece que “ajustes de preços de produtos são realizados no curso normal de seus negócios, seguem as suas políticas comerciais vigentes e sofrem influência do movimento do mercado internacional de petróleo e da taxa de câmbio”.
No comunicado, a Petrobras reiterou seu “compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais”.
Estadão Conteúdo
Fonte: Blog do BG
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