09 de jan. de 2026 - Por Rodrigo Freire
Foto: Reprodução/Portal CFM
O Conselho Federal de Medicina (CFM) enviou esclarecimentos ao ministro Alexandre de Moraes sobre a sindicância que pretendia apurar uma suposta falta de assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em ofício, o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, negou qualquer intenção de interferir na execução da pena de Bolsonaro ou de exercer poder correicional sobre a Polícia Federal.
A manifestação ocorre após Moraes anular a sindicância, afirmando que a iniciativa foi ilegal, sem competência e baseada em “total ignorância dos fatos”.
O ministro também determinou que Gallo preste depoimento à PF em até dez dias. O presidente do CFM, porém, disse que os esclarecimentos já prestados demonstram que não há justa causa para a depor.
O CFM afirmou que a sindicância é um instrumento legal de garantia institucional e que recebeu mais de 40 denúncias formais sobre a suposta falta de atendimento médico a Bolsonaro. Segundo o órgão, as queixas refletem preocupação com a assistência prestada ao ex-presidente.
O conselho diz que adotou os procedimentos administrativos previstos em lei, sem fazer julgamento prévio sobre os fatos.
Fonte: Blog do BG
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