03 de ago. de 2015 - Por bruno

Foto: Divulgação
Ao longo de sete meses à frente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, o desembargador fez uma análise de sua gestão. Algumas das medidas tomadas por Cláudio Santos foram o corte de gratificações dos gabinetes de desembargadores, exoneração de 73 pessoas do Tribunal de Justiça e diminuição de despesas com terceirizados, veículos, diárias e gratificações. O desembargador disse ainda que vai fazer muito mais no sentido de economizar recursos públicos: “Quem está pensando que eu parei, está enganado. Estou começando agora e vou fazer muito mais”.
Alguns advogados reclamaram desse corte de gratificações e disseram que o rendimento em algumas varas caiu. Sobre isso, Cláudio Santos afirmou que cada juiz é o gestor de sua vara, e tem que colocar os funcionários para trabalhar.
“Os juízes são responsáveis. Não é o presidente do tribunal que tem que botar os funcionários para trabalhar. Eu boto no meu gabinete.” Disse o desembargador.
Mas o tribunal não só demitiu. Cláudio Santos afirmou no Meio-Dia Cidade quero TJRN está contratando agora em agosto 500 estagiários, não só de direito. Uma mão de obra muito importante, segundo o desembargador.
A grande polêmica da RESENHA desta segunda-feira girou em torno do debate sobre o sistema prisional do Rio Grande do Norte. “Eu sou altamente favorável à penitenciária privada”, disse o desembargador, afirmando inclusive que já sugeriu essa alternativa ao governo do Estado. Ouvintes participaram do debate através das redes sociais do programa.
Fonte: Blog do BG
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