01 de jun. de 2016 - Por bruno
O dólar em alta continua a ajudar no saldo da balança comercial. Em maio deste ano, a diferença entre exportações e importações apontou superavit de US$ 6,4 bilhões, o mais alto para o mês desde o início da série histórica, em 1989.
Nos cinco primeiros meses do ano, o saldo está positivo em US$ 19,7 bilhões, outro recorde para o comércio exterior brasileiro.
Apesar de ajudar no superavit, o câmbio ainda não foi capaz de aumentar as receitas das exportações. Na comparação entre maio de 2016 e o mesmo período de 2015, a balança registra queda de 0,2%. No ano, a queda das importações é de 2,6%.
Por outro lado, o perfil da balança mostra que o empresariado brasileiro está exportando com preços mais baixos em dólar. Quando observado sob a ótica do volume exportado, há um crescimento de 15,8% no ano.
A Secex (Secretaria de Comércio Exterior) destaca também o crescimento no número de empresas exportadoras. Há registro de que 1.703 companhias passaram a vender seus produtos ao exterior esse ano.
Dessa forma, o recorde do saldo é explicado pela queda acentuada das importações —resultado da atividade econômica. Na mesma base de comparação, as importações caíram 24,3%. Nesses cinco primeiros meses do ano, o tombo das importações é de 30,8%.
Folha Press
Fonte: Blog do BG
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