21 de mar. de 2013 - Por bruno

Foto: Divulgação
Elias Fernandes deixou o cargo de diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs) em janeiro de 2012. Ele mesmo pediu exoneração, após sofrer acusações de beneficiar o Rio Grande do Norte com ações da pasta e convênios com prefeituras. Mais de um ano depois, na manhã de hoje, foi deflagrada a operação Cactus, da Polícia Federal do Ceará, que realizou busca e apreensão na casa do ex-deputado.
A operação tem relação com desvios de recursos públicos. O que desperta curiosidade é o espaço de tempo. Se Elias tivesse cometido todas as irregularidade possíveis e inimagináveis ele teria em sua residência, 14 meses após deixar o órgão, documentos ou pistas que o incriminassem?
Será que realmente o alvo na busca e apreensão na casa do ex-deputado seria ele?
A frente do órgão continua uma indicação do PMDB/RN, Emerson Fernandes Daniel Júnior, que foi presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern). Na casa dele, porém, não há notícia de que tenha acontecido busca e apreensão.
Fonte: Blog do BG
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