28 de nov. de 2017 - Por Rodrigo Matoso

Foto: Divulgação
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública de Extremoz (Sinte) amanheceu na porta da Prefeitura nesta terça-feira (28) para reclamar da implantação do ponto eletrônico em todos os órgãos públicos municipais. Há meses o prefeito Joaz Oliveira trabalha para implantar o ponto em todos os prédios públicos, mas o Sinte Extremoz rechaça a ideia desde o início.
Enquanto as demais categorias não veem problema em ter sua frequência registrada eletronicamente, o Sindicato dos Professores boicota o registro eletrônico e já orientou os professores a não fazerem o cadastro biométrico.
O assunto já virou até caso de polícia em uma das escolas do município. A Prefeitura abriu um processo administrativo para apurar quem foi o autor da ação que danificou um relógio de ponto eletrônico que havia sido recém-adquirido para a Escola Municipal Coronel José Franco Ribeiro, localizada no Loteamento Áurea de Góis, Centro. O fato ocorreu em outubro passado.
Na edição desta segunda-feira (27) do Diário Oficial, a Prefeitura publicou o Decreto Nº 26/2017, que institui o Sistema de Controle do Ponto Eletrônico Biométrico para fins de registro diário e controle de frequência, por meio eletrônico e autenticação biométrica digital, no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta Municipal.
Com isso, ficam sujeitos ao novo sistema servidores públicos ocupantes de cargos efetivos, em comissão, cedidos ou à disposição, servidores temporários, prestadores de serviço, estagiários e menores aprendizes.
Mesmo com a implantação do ponto eletrônico estando de acordo com o Estatuto dos Servidores, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação alega que o prefeito está perseguindo os servidores.
Fonte: Blog do BG
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