15 de jul. de 2011 - Por bruno

Foto: Divulgação
A curiosa decisão do Sinte por manter a greve, mesmo com o TJ tendo decido pela ilegalidade, expõe a fragilidade das instituições, seriamente desacreditadas, e põe, em fim, a classe dos professores contra a sociedade.
Realmente, não haveria motivos para o descumprimento de ordem judicial. O Ministério Público interveio no assunto e recomendou, com a assinatura de 16 promotores, que Betânia Ramalho aja imediamente.
O MP quer:
1) Cumprimento do ano letivo – 800 horas anuais, 200 dias letivos;
2) Divulgação de um novo calendário escolar;
3) Desconto, em folha de pagamento, de quem não voltar às aultas;
4) Instauração de processo administrativo contra quem descumprir as medidas e
5) Remissão de todas as informações coletadas ao MP.
Sob pena de não fazer isso, Betânia pode enfrentar, primeiro um inquérito civil, depois responder na Justiça.
Não restam dúvidas, sobretudo, porque ela está embasada judicialmente, de que a greve dos professores está fadada ao fracasso. Voltarão todos às aulas com os contra-cheques de R$ 930,00 é as faltas devidamente descontadas.
Fonte: Blog do BG
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