23 de mai. de 2011 - Por bruno

Foto: Divulgação
Por concordar com absolutamente tudo desse texto do Blog do Paulinho, público ele na íntegra e complemento com um comentário próprio:
Antes de iniciar minha analise sobre a “marcha da maconha” preciso deixar bem claro que sou absolutamente contra qualquer tipo de apologia às drogas e sou favorável a prisão perpétua para traficantes.
Bem, esclarecido isso, acredito que todo ser humano tenha direito de reivindicar seus direitos, e que a liberdade de expressão é garantia constitucional que deve ser preservada.
Assim como as leis do país devem ser cumpridas.
É proibido, pelo nosso código penal, consumir drogas e, principalmente, comercializá-las.
Os que consomem, na grande maioria gente de pouca renda, quase sempre traficam para manter o vício, mesmo que em pequenas quantidades.
Estes são tratados como dependente químicos, portanto, pela legislação, devem ser encaminhados para tratamento.
Já o traficante, pode ser preso por até 12 anos, embora poucos são aqueles que ficam mais de quatro anos atrás das grades.
Sou absolutamente contra a liberação da maconha e de qualquer outro tipo de droga.
Respeito a decisão daqueles que protestaram pela liberação, mas não concordo com nenhuma de suas exigências.
Embora a manifestação, em si, também estivesse agredindo uma decisão judicial.
Condeno o uso excessivo de força pela polícia, mas entendo que não seja fácil ser ofendido, atacado (e foram), por manifestantes, quase todos, exalando o aroma da erva proibida, com os olhos avermelhados e sorriso provocado, e irônico, turbinado pela loucura que pretendem permitir.
Quantas ordens foram desobedecidas por aqueles que se acharam no direito de lutar por uma causa, a meu ver danosa à sociedade, mas trataram não apenas de descumprir decisão judicial, como também ordem policial, quando inadvertidamente ocuparam uma faixa da Avenida Paulista, ocasionando sério transtorno à vida de gente que nada tinha a ver com a manifestação.
Considero – agora opinião minha – lamentável que alguém saia às ruas para defender a liberação de substancia claramente nociva não só à saúde, como também à sociedade.
Jovens passam a viver quase que exclusivamente para bancar o vício da droga, deixando de lado responsabilidades da vida.
Quem tem dinheiro, fuma um, dois, três, seja lá quantos forem, enriquecendo traficantes, que invariavelmente cometem crimes hediondos para manterem seus “comércios”.
Os “pobres”, quando não deixam de comer para fumar, roubam as próprias famílias, quando não, assaltam nas ruas, na ânsia de sustentar o vício maldito.
Fonte: Blog do BG
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