02 de jul. de 2013 - Por bruno

Foto: Divulgação
A grande repercussão do bloqueio dos recursos da Telexfree no Acre acabou gerando muita desconfiança sobre as empresas de marketing multinível pelo país afora.
Aqui no Estado a notícia é que em reunião com procuradores e promotores de Defesa do Consumidor, Investigação Criminal e Grupo Articulado de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o Ministério Público do Rio Grande do Norte decidiu que vai instaurar inquérito civil para apurar possíveis indícios de esquema de pirâmide financeira nas empresas Telexfree, NNEX, BBOM, MultiClick, Priples e CIDIZ.
A reunião aconteceu na manhã desta terça-feira (2) e, de acordo com o promotor de Defesa do Consumidor, Alexandre Márcio da Cunha Lima, a investigação vem para evitar perdas aos investidores norte-rio-grandenses.
O Ministério Público terá o prazo de 90 dias para finalizar as investigações junto às empresas, que serão notificadas sobre o início do procedimento de investigação nos próximos dias.
Se comprovada a pirâmide financeira, os responsáveis pelas empresas podem ser indiciados por crimes contra a economia popular, estelionato e formação de quadrilha, podendo se estender até a sonegação fiscal, caso não tenham ocorrido os repasses legais previstos em lei. Vamos aguardar.
Fonte: Blog do BG
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