Também foram responsabilizados três agentes públicos do Instituto Evandro Chagas investigados na Operação Parasita, acusados de fraudes a processos licitatórios destinados a aquisições de produtos laboratoriais.
Já um dos processos disciplinares instaurados a partir da Operação Onipresença, que investigou fraudes no Hospital Universitário de Florianópolis, culminou com a aplicação de uma demissão e três suspensões.
Um ex-servidor do Ministério da Saúde também foi demitido por irregularidades na estratégia logística que garantisse o recebimento de respiradores adquiridos pela pasta.
Em outro processo disciplinar relacionado à Saúde, mais três ex-servidores foram destituídos por irregularidades na aquisição de medicamentos de alto custo.
Na área de infraestrutura, quatro operações policiais geraram apurações disciplinares que resultaram em demissão de servidores.
A Operação Rota BR 090, para apuração de irregularidades no DNIT/MG, culminou com a exoneração de três servidores; a Operação Buracos, que apurou irregularidades nas regionais do DNIT no Acre e em Rondônia, resultou em seis agentes públicos expulsos; e as operações Grand Canyon e Minamata, ambas no âmbito do antigo Departamento Nacional de Produção Mineral (atual Agência Nacional de Mineração), com a dispensa de sete agentes públicos em três processos disciplinares.
Além disso, houve celebração de 11 termos de ajustamento de conduta com agentes públicos investigados em cinco processos administrativos disciplinares, e outros 17 no âmbito de nove investigações preliminares sumárias, totalizando 28 termos de ajustamento celebrados em 2023.
CNN Brasil