09 de jul. de 2015 - Por bruno

Foto: Divulgação
A Universidade Potiguar (UnP) acaba de tomar uma decisão drástica: fechar cursos deficitários e demitir cerca de 100 professores, para enxugar despesas. São cursos considerados pequenos, mas o impacto no mercado é grande.
A UnP não é a única instituição de ensino a fazer. Não foi a primeira, nem será a última. Outras universidades e faculdades já tomaram o mesmo caminho, numa difícil opção que é fruto da turbulenta fase em que a economia brasileira mergulhou, principalmente a partir do final de 2014, quando a crise do Fies e econômica veio à tona e as mentiras oficiais passaram a não mais valer.
Até mesmo o Serviço Nacional de Aprendizagem para o Comércio (SENAC) integrante do forte sistema S, mantido também pelo forte segmento da indústria, também tratou de reduzir despesas e conter gastos: mais de 200 contratos temporários não serão renovados. É mais gente no olho da rua, sem trabalho e sem renda.
Enquanto isso, professores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e da Universidade Federal do Semiárido (UFERSA) estão em greve e fazem exigências.
Terra de contrastes.
Até quando não se sabe.
Talvez até quando a ficha cair.
Ou até perceberem que a Viúva (e seus cofres) não poderá mais bancar salários como está acontecendo na Grécia.
Fonte: Blog do BG
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