18 de nov. de 2016 - Por bruno

Foto: Divulgação
A abordagem da Guarda Municipal a um jovem que sofreu um surto gerou repercussão e a família do paciente de 24 anos acredita que houve excesso. Já o secretário municipal de Trânsito e Segurança, Fábio Ribeiro, defende que a ação deve ser observada tecnicamente.
O jovem de 24 anos é engenheiro e sofre de depressão. Há nove meses, Cirlene Carvalho trabalha na casa do rapaz e, nessa quinta-feira (17), ela saiu atrás dele quando ficou transtornado e correu, dizendo que a terceira guerra mundial estava próxima com a invasão dos japoneses.
Na Avenida Pedro Taques, ele subiu em cima da viatura da Guarda Municipal e um agente usou uma arma de choque para atingi-lo nas costas. Assim, o jovem caiu e bateu a cabeça contra o chão, violentamente, sendo internada na Santa Casa de Maringá.
A cuidadora declarou que o engenheiro é tranquilo, inteligente e nunca havia tido um episódio de violência. Ela questionou os guardas sobre um possível excesso, mas eles alegaram que era maneira necessária para fazê-lo descer. A família ficou chocada com a abordagem.
Guarda Municipal
O secretário de Trânsito e Segurança, Fábio Ribeiro, defendeu que não compete à família julgar a abordagem, pois o agente avaliou no momento se era certo ou errado o uso da arma de choque. Ele declara que a opinião popular deve ficar de fora neste momento, com uma análise técnica sobre o caso.
Porém, admitiu que há uma norma de utilizar a arma não letal apenas quando o alvo está no mesmo nível, justamente para evitar acidentes. Por isso, uma sindicância vai apurar os questionamentos.
Massa News
Fonte: Blog do BG
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