24 de jun. de 2015 - Por bruno
O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) prepara a expansão dos terminais de visualização e manuseio das imagens digitais dos exames de raio X (PACs). O projeto, que está em fase de construção, será implantado ainda no segundo semestre deste ano e beneficiará mais 13 setores do hospital, entre eles: atendimento clínico, UTI do Pronto Socorro e os cinco andares de enfermarias.
Ao todo, 18 setores estarão contemplados com a visualização em tempo real das imagens digitalizadas. Desde dezembro do ano passado, os serviços de ortopedia, clínica médica, politrauma e duas salas do centro cirúrgico já contam com o recurso. Outro aspecto positivo da expansão dos terminais é que toda a infraestrutura (computadores e cabeamento) atualmente existente no hospital será suficiente para a implantação do serviço.
Segundo a diretora geral do HMWG, Maria de Fátima Pinheiro, “vamos continuar investindo em tecnologia a fim de beneficiar nossos pacientes. Com um diagnóstico mais rápido e mais preciso, a resposta do médico à necessidade do doente é muito mais ágil também. Isso pode fazer toda a diferença na qualidade do atendimento”.
O Serviço de Atendimento e Apoio ao Diagnóstico (SADT) realiza mensalmente cerca de 4.300 exames de raio X. Para cada exame são geradas 4.294 imagens. Para garantir maior segurança e facilidade de acesso, o espaço para o arquivamento digital no banco de dados centralizado será dobrado, para arquivar todos os exames realizados no Pronto Socorro Clóvis Sarinho (PSCS) por um período mínimo de dois anos.
Visando a qualificar ainda mais um dos serviços de maior demanda no PSCS, o Núcleo de Educação Permanente, em parceria com os técnicos em radiologia, Eder Paiva e Ariberto Queiroz, realizaram em maio passado o I Curso de Capacitação em Processamento Digital. O curso foi direcionado para 46 técnicos do hospital, além de técnicos do Hospital Deoclécio Marques de Lucena e de alunos de instituições conveniadas à Sesap (UNP, CEPE/RN).
Desde que foi implantado no Walfredo Gurgel, o PACs eliminou por completo a utilização mensal de 6.000 películas de reveladores e fixadores, proporcionando uma economia anual superior a R$ 400.000,00. As imagens geradas ficam armazenadas em bancos de dados e permitem que médicos e demais profissionais que lidam com a assistência ao trauma tenham livre acesso, a qualquer momento, aos exames de raio X já realizados pelo paciente no hospital.
Fonte: Blog do BG
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