11 de dez. de 2020 - Por rodrigomatoso

Foto: Divulgação
Você não está gostando da situação do pais? Discorda do que acontece com seu estado? Você não está sozinho. Ninguém é obrigado a concordar com tudo, mas o que ocorre é que assistimos a todo instante parte da mídia e também da população empenhada em falar mal da direita ou da esquerda. Reclamam sem parar e alguns, até torcem para que dê tudo errado.
Não esqueça que você está inserido nesse processo. Torcer contra sua cidade, seu estado e seu país é torcer contra você mesmo. Resumindo, essa postura só atrapalha a todos — inclusive a você.
— É o que temos para hoje.
Devemos pensar que a melhor governadora é a nossa e o Bolsonaro é o melhor presidente. Esqueçamos as divergências até as eleições. Não importa nossas preferências. O acirramento deve ser adiado até o período eleitoral. Por enquanto, devemos nos unir numa causa maior — Menos direita, menos esquerda e mais você.
Peço licença para mudar de assunto rapidamente. É que acho curioso o modo que votamos em nosso estado. Nunca pensamos em beneficiar o RN alinhando com o governo federal. Quando Dilma era presidente, elegemos Rosalba; Depois, já com Temer, seria melhor votarmos em Henrique Alves — simplesmente pela proximidade entre os dois — mas votamos em Robinson; Quando Bolsonaro foi eleito, elegemos Fátima do PT. Nas próximas eleições seria melhor votar pela primeira vez no candidato próximo ao presidente. Fábio Faria? Rogério Marinho? Ou outro nome de direita? — Bem que poderia ser, mas pode ser que votemos contra novamente. Entenda que estou me atendo somente à questão de buscar benefícios pela convergência com Brasília.
Opa! Já voltei. Demorei só um parágrafo — Desculpem minha rápida saída do assunto mas já estou de volta ao centro da questão. A soma das forças pelo bem de todos. Divergir agora simplesmente não adianta. Essa briga sem fim só interessa aos partidos – palavra que representa parte. E nosso país não deve ser partido. Todos juntos formamos o Brasil – por isso, é chamado de União.
Nossa vida não é uma partida de futebol que se reclamarmos, trocamos o técnico. Se não gostar do resultado final do executivo, na imensa maioria das vezes só podemos trocar depois do apito final — no fim do mandato. Fazer gol contra não adianta. Perdemos mais rápido.
Já superamos problemas maiores. O RN e o Brasil já aguentaram a invasão dos portugueses, franceses, holandeses que tanto saquearam nossa terra. Enfrentamos também as epidemias de cólera, varíola, gripe espanhola e agora a Covid-19. Nenhum governante ou vírus são para sempre. A diferença é que a vacina contra mal governantes só chega em 2022. E enquanto ela não vem… Bem que poderíamos nos vacinar contra o pessimismo.
Marcus Aragão
Publicitário
Instagram @aragao01
Fonte: Blog do BG
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