23 de mar. de 2015 - Por bruno

Foto: Divulgação
A decisão do Ministério Público Estadual de comprar um prédio no centro da capital, e depois ter que adiar a ocupação e utilização por causa de uma série de fatores, poderá render muita boa saúde a todos os procuradores e promotores que participaram do processo de compra. De acordo com o portal No ar, o procurador-geral do Ministério Público Especial de Contas, Luciano Ramos, pediu ao conselheiro Gilberto Jales, do Tribunal de Contas do Estado, que sejam identificados e quantificados os danos causados aos cofres públicos.
A procuradora aposentada Bianca Medeiros foi apontada como única responsável pela aquisição do prédio situado na esquina da José de Alencar com avenida Deodoro, na região central da capital. O prédio custou 850 mil reais. Mas, segundo o questionamento feito pelo procurador Luciano Ramos, Bianca Medeiros não deve ser a única responsável pelo processo de aquisição.
Ramos identificou que documentação prova que o processo de compra do prédio começou bem antes da passagem de Bianca Medeiros como procuradora geral substituta e só terminou depois que ela deixou de responder pelo cargo. Para o procurador geral de Contas, é importante individualizar a responsabilidade dos envolvidos no processo.
O caso será apurado pela Inspetori a de Controle Externo do TCE. O trabalho de análise de documentação e de condutas será encaminhado ao procurador Luciano Ramos que emitirá parecer e encaminhará ao relator do processo, conselheiro Gilberto Jales. Este elaborará parecer final que será submetido à análise e voto do plenário do tribunal.
Conclusão: a compra do prédio-mico vai render muita dor de cabeça ao Ministério Público Estadual
Fonte: Blog do BG
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