13 de ago. de 2015 - Por bruno

Foto: Divulgação
O monumento mais antigo e conhecido do Rio Grande do Norte reza pela chegada dos R$ 8,8 milhões do PAC Cidades Históricas – recursos prometidos pelo governo Federal há mais de dois anos para sua restauração. Enquanto isso, pedras e areia, entulho e uma segurança limitada fazem parte do seu cenário.
São poucos os guias que atuam autorizados, e contam com o dinheiro ofertado pelos poucos turistas que se aventuram no lugar. A maioria dos guias turísticos até fazem trabalho voluntário na tentativa de melhorar a imagem descuidada e que precisa de imediatos reparos.
Para completar a falta de atrativo, o acesso ao local segue sem uma linha regular de ônibus urbano. A falta de melhor acessibilidade, iluminação precária e infraestrutura carente do terminal turístico acarretam, fatalmente, no desinteresse das operadoras de turismo. Muitas não recomendam a visita ao monumento.
A partir do momento em que o dinheiro do PAC for liberado, a a estimativa inicial é que as obras se prolonguem no local por um ano. Mesmo que feche no período, melhor assim do que na situação que se encontra
Fonte: Blog do BG
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