10 de jul. de 2013 - Por bruno

Foto: Divulgação
O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, atuou ontem em duas frentes, vejam só.
Na primeira, agiu de maneira decisiva para sepultar a ideia da presidente Dilma Rousseff de fazer um plebiscito sobre a reforma política.
Quando derrubou os planos do PT, ele atuou pessoalmente para evitar uma segunda derrota do Planalto, abortando a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que torna impositivo o orçamento de emendas parlamentares.
Detalhe que essa é uma bandeira de Henrique Alves. Ele quer tornar o orçamento impositivo e inclusive encomendou estudos para argumentar tecnicamente sobre o assunto.
Alves saiu de uma reunião da Mesa e foi à Comissão Mista de Orçamento fazer um apelo para que os deputados suspendessem a votação da emenda.
Ontem, ele considerou que não era o momento de aprovar a medida. Alves disse que se sentia no dever de pedir mais um tempo aos deputados, para conversar e negociar com o governo.
Ele atendeu aos pedidos da ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e do vice-presidente da República, Michel Temer, que telefonaram pedindo para evitar a votação.
Alves acertou com a comissão votar a PEC no início de agosto.
Fonte: Blog do BG
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