15 de abr. de 2015 - Por bruno

Foto: Divulgação
Em tempos de nervos a flor da pele na capital do Oeste, vale a reflexão de que Carlos Santos fez em seu blog:
Sempre que sai alguma pesquisa político-eleitoral ou administrativa, temos pelo menos duas correntes de opinião: há quem prefira acreditar; há quem diga que não acredita.
Faz parte da cultura política nativa.
Há os que fazem juízo de valor sobre quem divulgou os números. Julga as pessoas.
Há os que optam por fazer juízo do fato, ou seja, dos números. Avalia os dados.
Cada um com seus interesses, contrariados ou atendidos pelos números.
Quem analisa os números, fazendo juízo do fato, tende a se enganar menos. Pode fazer leitura mais proveitosa do que tem à mão.
Quem resolve enveredar tão-somente pelo juízo de valor, julga as pessoas e não o que os números dizem. Perde-se.
A opção – de juízo de valor ou juízo do fato – pode fazer toda diferença numa gestão e numa campanha.
É uma questão de juízo.
Fonte: Blog do BG
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