26 de mai. de 2018 - Por bruno

Foto: Divulgação
A paralisação dos caminhoneiros mobilizou os governos estaduais e municipais em busca de medidas emergenciais para evitar o agravamento da crise e o desabastecimento de serviços essenciais e combustíveis. Foram definidas ações de contingenciamento no uso de combustíveis, priorizando saúde, segurança e transporte público.
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), decretou estado de emergência, suspendendo licitações e autorizando ações emergenciais. A exemplo de Covas, mais de 20 prefeitos do interior de São Paulo decretaram estado de emergência. No Rio, o prefeito Marcelo Crivella (PRB) decretou estado de atenção, colocando os principais serviços do município em alerta.
Para o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), está descartada a possibilidade de decretar estado de emergência. A prioridade, segundo ele, concentra-se em saúde, segurança e transporte público. Rollemberg suspendeu a cobrança de multas de motoristas que fazem fila dupla e param nas pistas à espera do abastecimento nos postos.
Na maior parte das grandes e médias cidades, a frota do transporte público foi reduzida de 30% e 40%. Os atendimentos hospitalares se limitaram às emergências e às ambulâncias. Marcações de consulta e cirurgias foram adiadas.
Fonte: Blog do BG
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