13 de jan. de 2013 - Por bruno

Foto: Divulgação
“O programa prevê a retirada definitiva do navio em setembro”, disse ele durante uma coletiva de imprensa na ilha de Giglio. Neste domingo (13/01), o naufrágio, que causou 32 mortes, completou um ano.
Trata-se de uma operação “de caráter excepcional que não tem precedente” e que deve ter em conta “as consequências para o ambiente e para os habitantes”, destacou Gabrielli.
As operações de retirada do navio foram adiadas várias vezes. Segundo o chefe da proteção civil italiana, a escolha da empresa privada encarregada do salvamento foi feita em função da exigência do “respeito pelo ambiente e pelas atividades econômicas da ilha”, sobretudo o turismo.
É uma “operação particularmente cara”, acrescentou.
Fonte: Globo
Fonte: Blog do BG
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